— É tão bom olhar para o teto após o sexo, diz meu parceiro, com voz suave.
Entre devaneios, minha coxa estremece aos ser tocada de leve – um esgar pavoroso: “um homem torpe e uma mulher horrível”, empalidece meu pensamento. Ele devaneia longe como eu sonho a distância do ato, a perfeição do carnal intocado, vibrante e abençoado.
— Somos internos do pecado.
— O quê?..., desperta meu amado. Ah bem amado, quão amado tu não és: sobrevôo um local distante sem retorno, sem resposta, montado por um quebra cabeças de dúvidas, tão somente.
— Nada, não é nada...
Nada sou e nada anseio, se não o morrer; Ele virá ávido a beijar-me como tu vens, ele sugara suspiros e sopros de vida de meus seios fingidos para ti.
A Morte virá – enquanto aguardo suja, mas ainda sonhando!...
Entre devaneios, minha coxa estremece aos ser tocada de leve – um esgar pavoroso: “um homem torpe e uma mulher horrível”, empalidece meu pensamento. Ele devaneia longe como eu sonho a distância do ato, a perfeição do carnal intocado, vibrante e abençoado.
— Somos internos do pecado.
— O quê?..., desperta meu amado. Ah bem amado, quão amado tu não és: sobrevôo um local distante sem retorno, sem resposta, montado por um quebra cabeças de dúvidas, tão somente.
— Nada, não é nada...
Nada sou e nada anseio, se não o morrer; Ele virá ávido a beijar-me como tu vens, ele sugara suspiros e sopros de vida de meus seios fingidos para ti.
A Morte virá – enquanto aguardo suja, mas ainda sonhando!...
0 comentários:
Postar um comentário