quinta-feira, dezembro 10

Casta e meia de pesadelos.

Você guarda filmes da sua infância enquanto envolvo-me com minha casta e meia de pesadelos - tudo que estava ao seu redor minha poluição comeu e hoje é-me com fervor de necessidade humilde pela sua inserção em minhas horas: retorno à minha lenta descrição... com menor fremir de meus dedos, lembro do adocicado levante de almas contra meu levantar sereno, solitário levante! Já não durmo, já não perco pesadelos ao acordar sem me mover. Trêmula te escrevo como é o vômito quando não estou a seu lado, mantenho-me tremendo a inscrever a bruxaria que é-me o sonhar: é-me, já não posso dormir sem ti. Não há vazios em mim para preencher de frustração; desrespeito todas as regras longe dos olhos do corvo, inconsciente humano romanceado para estas linhas desresepeitosas de amor: preciso estar com os braços dormentes presos abaixo do seu corpo para adormecer novamente sem dois dedos na garganta de medo...


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