segunda-feira, maio 3

o inferno congelante.

Sair através dos vagos entre as vagas dos carros tão maiores que você para a rua inimiga; passos rápido, dedos coçam pelo cigarro que não virá, para além do copo d'água, um assovio de medo. A literatura medíocre dos pensamenos que não chegam ao tédio de ser palavra, que nada disso importa, porque estamos na mesma rua vazia e escura e longa dos filmes de terror, com o ruído initerrupto do vento e a mulher assustada que te apavora repetindo chamados.



Tão calma, tão alma o suficiente para que o desespero medroso no devolver em sorrisos à uma frase de cumprimeito infantil no momento extasiante do adeus, ah. Crianças... Num mundo barato, a morte em dívidas por divinos livros. Silencio: O mesmo tremor ao errar a chave da primeira de três portas, fios desencapados, um tempo que não passa. Novamente, esquecer de apagar o cigarro ao entrar no apartamento.


pulsos quebram, quebram, quebram o mesmo espelho do batom de sangue que seduziu as dezenas de sementes congeladas: pelo topor, pelo sagrados alimentos, pelas borboletas estomacáis.


Deixe de usar pós e anfetaminas e denfilibradores mentais. Estamos de volta à casa, maldito carcamano bastardo! Um novo bairro, um suspirar medíocre.

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The Chaos Premier

Helena Moloco

Pequena pecadora, parcialmente pervertida pela pobreza para Pensar.

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