quarta-feira, outubro 10

O Melisma do Escárnio



Minimize a transmutação do que você foi: um floreio de fios claros com micropontos de nicotina para outra (drog)adição nas costelas minhas, a para-o-tão-sempre sua deusa, sua torção da lógica neural caminhando em saltos vermelho sangue. 
Sobre o ar viciado em noites sequênciais, das que lembram os nomes e as gotas que formam as fissuras da sua estrutura, sobre tal e após os mesmos estacados segundos, em quê rasgo quântico poderei devolver a parte dos olhos seus que pode me enxergar?

Auto-declarado, você, imperador das existências negadas.
Prostrada tardia, por minha única via, é que lhe digo: eu sinto sua falta.
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Helena Moloco

Pequena pecadora, parcialmente pervertida pela pobreza para Pensar.

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