E, de tanto suspirar outras palavras, fui perdendo as minhas, como o eu-mesma-do-mundo-aberto tentou hoje amputar a preciosidade do meu mundo imaginário, impondo realidade onde não há padrão ou mesmo ar que se respira. O medo tomou vales e ravinas, impôs o medo até eu fugir fugir fugir para as fendas infestas de vida. Ser a rapina da fantasia pessoal talvez seja um desmaio inviolável: talvez, talvez. Para meus braços finos sempre haverá fendas infestas de vida por onde sair, uns dedos cansados para engolir algo mais pelo esquecimento completo, portas bem baixas para o silêncio perdurar.
Trancada.

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