corpo magoado, arrepio nos olhos, dores nas pontas dos fios da alma que corto pelas raizes. é como as intervenções escuras na minha pele de neve por danças desconhecidas, na espera antiga dos sinais. prossiga. pare. prossiga... ensina-me...
santa mãe dolorida... há preces tão meigas que nem mesmo a inexistência de deus pode atingir, então, porque você não fica comigo para sempre? tenho o estômago revirado pelas fatias de tristeza recheadas de desolações e sem as coberturas de minhas úlceras de paixão... porque eu bebi amores lacrimosamente ácidos e já não posso pensar - troquei meu estômago por um cérebro e nem isso restou para além do pulsar intenso, ritmado com... com o quê? eu posso ser tão tocante que. eu...
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