
a última criança esfregando os olhos e o nariz diria, acerca de meus mais secretos planos: lembranças são coronhadas de algodão doce nas ventas do tempo, a regredir a velocidade dos pensamentos, dos reflexos e do caminhar. marca passo nos sentimentos, redundância nas ações.
“querida sombra, você apenas poderia me ajudar a tirar sua blusa
e ficar abraçada comigo até o sol te expulsar do meu lado?”
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há um joão de barro fazendo ninhos e se alimentando dos meus miolos…
preciso respirar apesar de, eu quero esperar apesar de, eu quero negar apesar de ser motivos para a constatação da falta de alma no inteiro em que marquei encontro com os sonhos do mundo. o que falta é me convencer de que curas perfeitamente simétricas não existem, porque três letras e um sinal gráfico são pouco e demais para uma dor tão horrível ser universal
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eu queria tanto clarear de novo, querida amiga…
isso me deixa triste, isso me deixa triste, isso…
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por favor
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