Como um pesadelo na bruma, o mesmo perfume fechará meus olhos incontáveis vezes - para que, desejando não mais abrir os olhos, os mesmos esquálidos dedos magoados provem que você está suficientemente presente no lamentar que unificou o tempo após nossa separação, nas mesmas memórias perdidas que umas lágrimas adocicadas que eu não tinha vieram-me reclamar, na negação fantasmagórica de que você esteve aqui, sempre,
mesmo quando eu não estive...

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