domingo, agosto 7

não dá, seus olhos estão vermelhos

Tão doce: não há lágrima. Vi o último rosto que precisava, tive meu abraço último, uma última vez. Já não choro: gasto no silêncio poemas com seu nome. O romance ilógico para o mundo de fora - internamente, o desejo e o futuro ensejam seu último bailado.

E, juro, já nem choro:fui reconhecida pela Perpétua em sua última estadia por esses olhos esquecidos.
Choro: choro na torrente de 7 letras que vem do seu nome. Silencia o inferno e os anjos que lhe couberam: Marina, Ana, Fernanda e trinta e oito milhas de milhares de milhões de litros do seu adorado xxx, valendo cada traço de felicidade transferida a quem nem sabia o que é desejar!

Quem você trouxe para teu colo é a única semente do traço vazio - aquela que não pensa sobre a corrente elétrica mas pressente o choque do que vem a ser, em si mesmo, uma tão terna placa tectônica que, de tão afetuosa, transmite mensagens em ondas respiratórias. Mas

de que adianta se elas não são boas o bastante para você?!


Azar o seu.
Eu nunca desisto.
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Helena Moloco

Pequena pecadora, parcialmente pervertida pela pobreza para Pensar.

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