quarta-feira, novembro 28

No amor verdadeiro, não existe sofrimento.


Ossos de vidro: você morreu faz tantos, tantos sonhos. Revisitar lembranças é ter comigo uma parte da saudade de ti sugada boca-a-boca do esquecimento eterno de mim mesma. Nossos pulsos, de tão desfiados, unidos não negam meu perdão. Há muitos, muitos sonhos atrás, você no meu colo e o tão sempre da minha dor, eu prometi voltar para nosso abraço, voltar e voltar à sua continuada rejeição e ao seu eterno retorno.
Intercalados são seu silêncio, sua rigidez, minhas adivinhações, meus tons de batom vermelho. Desacreditar de tal imutável é inútil: compreenda. Seus olhos seguirão e você permanecerá no meu rosto desmemoriado, onde escorreram lágrimas da severa, da mais severa de todas - uma desciência sufocante.

Ciao; Adieu.

Há mais uma prisão para despedaçar, com uma letra a menos que sua. Essas santidades no falar lembram-me o medo das pequenezas, olhando nos olhos que hoje me são orgulho: multicuriosos e desnivelados, de flutuar inevitável.

Seguirão. Seguirão.
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Helena Moloco

Pequena pecadora, parcialmente pervertida pela pobreza para Pensar.

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