Comendo poeira do lado escolhido como correto dos fatos, a visão suave e cinéfila de uma casca pessoal descreve com propriedade narrativa e lendária o craquelado da língua, tal qual ouviu das anfetaminas e demais dejetos degrad(ês/ados) brilhantes.
Secriturando nas conchas na liberdade das fugas, incriminei-me: deitar olhos ao mar é como bocejar pragas ao seu negrume, numa exatidão de seis perjúrios a afogar.
Há lágrimas de pus e uma toalha esfiapada loura vinda em salvação cristã. Por mais que cada dente permaneça afundado no mau presente de minha face, ainda que em cerne distante, quero que seja-me jurado por alma o reprimir da rudeza desta devoção em caminhos luzidios. Os melhores venenos perdem sua doçura tão cedo!
O bem-estar, mal-estar... O lindo bem, o lindo mal-estar, e o mal-estar, o mal-estar...
Guarde seu pior pro final.

0 comentários:
Postar um comentário