sufoque minha tristeza interior com a doçura dos seus fios tão claros. és um nó de memórias delicado em demasia para a poesia moderna: preciso morrer, muitas e muitas vezes, até renascer onde o destino mordeu o tiquetaquear irritável num retorno às manhãs sufocantes de silêncio opressivo, degradando o apodrecimento interno de minhas membranas eternamente trêmulas pela atenção com seus ruídos elétricos.
mas há frases soltas, feitas para recortar-colar olhos no desgosto mais fundo - e que seja o meu, meu presente e futuro raspando sobre a pele fina e salutar. será o veneno sanguíneo um castigo benevolente, a chaga única e inteira que restará desse reencontro? a amargura é um delírio suave em campinas tão devastadas, ela disse.
forcei a ânsia garganta abaixo. apenas mais um dia...

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